As 50 mais belas estrelas do Hollywood Clássico (de 40º a 31º lugar)

40º PAULETTE GOUDARD

 

Ora aqui está uma mulher que poderia ter vindo a ser uma grande estrela. Bonita, atraente, carismática e talentosa. Ela esteve para ser a Scarlett O’ Hara de Gone with the Wind (Victor Fleming, 1939), sendo a segunda favorita para desempenhar o papel.

Participou em filmes bons juntamente ao seu marido, Charles Chaplin. Maravilhosa Paulette Godard.

Recomendo: Modern Times (Charles Chaplin, 1936), Dramatic School (Robert B. Sinclair, 1938), The Great Ditactor (Charles Chaplin, 1940)

 

39º JENNIFER JONES

 

Com a sua cabeleira rebele, Jennifer Jones foi a fabulosa Pearl Chavez que enfrentou em duelo o machista Lewt em terras quentes do interior americano no insólito clássico Duel in the Sun (King Vidor, 1946). Atriz talentosa, a morena recebeu o óscar de melhor atriz pelo seu desempenho em The song of Bernadette (Henry King, 1943).

Recomendo: The Song of Bernadette, Duel in the Sun e Carrie (William Wyler, 1952)

38º ALICE FAYE

 

Transmitindo uma calmaria e melancolia nos seus, paradoxalmente, energéticos musicais da Fox, Alice resulta fascinante. A sua voz profunda e os seus musicas coloridos são uma delícia para os olhos e ouvidos.

Recomendo: All Gang’s Here (Busby Berkeley, 1943), That Night in Rio (Irving Cummings, 1941), Week-end in Havana (Walter Lang, 1941)

 

37º MARION DAVIS

 

 

A atri de cinema mudo mais bela, depois de Garbo.

 

36º LAUREN BACALL

Dificilmente se inicia tão bem uma carreira. Lauren Bacall entrou, apenas com 19 anos, num dos filmes noirs mais famosos, To have and have not (Howard Hawks, 1944). Nas rodagens, apaixonar-se-ia por Humphrey Bogart, resultante num dos casais mais conhecidos de Hollywood. E, provavelmente, num dos mais felizes.

Recomendo: To Have and Have Not, The Big Sleep (Howard Hawks, 1946), Dark Passage (Delmer Daves, 1947), Key Largo (John Huston, 1948), How to marry a Millionaire (Jean Negulesco, 1953), Design Woman (Vincent Minelli, 1957)

 

35º JEAN SIMMONS

Esta atri fa-me lembrar a Audrey Hepburn, ainda que não tão bonita. É delicada, tem os olhos grandes e uma elegância muito natural. A sua carreira está bem recheada com títulos como Black Narcissus.

Recomendo: Great Expectations (David Lean, 1946), Black Narcissus

 

34º SOPHIA LOREN

Provavelmente, a atriz italiana mais famosa do mundo, Sophia conseguiu melhores filmes com realizadores italianos do que em Hollywood.

 

33º ANN SHERIDAN

 

Ruiva, sensual, carismática, não admira que fosse uma favorita dos soldados durante a Segunda Guerra Mundial. Ganhou o nome de “Oomph Girl” e era, sem dúvida, uma beldade. Mas mais que isso, era uma atriz notável cujo talento nunca foi devidamente reconhecido.

Recomendo: The Drive by Night (Raoul Walch, 1940), The man who came to Dinner (William Keighel, 1942), Nora Prentiss (Vincent Sherman, 1947)

 

32º AUDREY HEPBURN

 

Audrey Hepburn é das estrelas mais recordadas da época clássica. De grande sensibilidade, Audrey revelou não só ser uma atriz muito competente como também uma mulher com um grande coração. Afinal, foi embaixatriz da UNICEF. Agora, eu não sou fã da Audrey Hepburn. E também não a acho uma beleza como toda a gente considera. Audrey tem encanto, doçura. Mas a sua cara é-me estranha. Ela própria não se considerava muito bonita e chegou a fazer um filme cujo título traduz o que eu penso do rosto dela, Funny Face (Stanley Donne, 1957). Bem, para ela ter dado vida a uma jovem de cara estranha, é porque esta opinião não é só minha. Mas isso não invalida o que disse acima. Não a acho muito bonita. É gira. Onde ela realmente brilha é no campo da elegância e da serenidade.

 

Recomendo: Roman Holliday (William Wyler, 1953), Sabrina (Billy Wilder, 1954), Breakfast at Tiffany’s (Blake Edwards, 1961) e Charade (Stanley Donen, 1963)

 

31º ESTHER WILLIAMS

Esther, a sereia de Hollywood, ainda que considerado bonita, não costuma aparecer nas listas de beldades e muito menos à frente de Audrey Hepburn. Mas esta é uma lista opinativa e eu tenho direito a expressar a minha opinião, mesmo que, aos olhos dos outros, pareça absurda. Quando eu vejo Esther nadar, parece-me estar a ver a mulher mais bela do mundo. O seu sorriso, forçado mas que parece natural, é uma beleza!

Eu gosto dos filmes da Esther mesmo que não sejam nenhumas obras-primas. Bathing Beauty (George Sidney, 1944) é o meu favorito e é nele que Esther tem o seu bailado aquático que eu mais aprecio. A beldade não tem uma carreira muito longa (é difícil fazer filmes aquáticos por toda uma vida), mas os seus filmes coloridos são dos que mais nostalgia reproduzem no espectador.

Recomendo: Bathing Beauty, Neptune Daughter (Edward Buzzell, 1949), Million Dollar Mermaid (Mervin LeRoy, 1953), Dangerous When Wet (Charles Walters, 1953)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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