As 50 mais belas estrelas do Hollywood Clássico (de 30º a 21º lugar)

30º LUCILLE BALL

 

 

Bela e talentosa. Por isso pergunto por que razão Lucille Ball nunca se tornou uma grande estrela de cinema. De rainha dos B’s da RKO, Lucille passou para a MGM. Tudo parecia apontar para um futuro risonho. A MGM tingiu-lhe os cabelos platinados de ruivo vivo, a sua marca registada. Encabeçando musicais Technicolor, Lucille brilhava com a sua exuberante, ainda que não delicada beleza, e o seu talento. Apesar de tudo, Lucille não virou uma estrela de primeira linha. Apenas conheceria o seu grande sucesso na televisão, tornando-se uma das primeiras estrelas das chamadas sitcoms como a maravilhosa série I Love Lucy.

Recomendo: Du Barry was a Lady (Roy del Ruth, 1943), Ziegfeld Follies (Vincent Minnelli, 1945), I Love Lucy

 

29º JEANNE CRAIN

 

 

Bonita mas apagada (ainda que em Leave her to Heaven esteja quase tão bonita quanto Gene Tierney). Jean Crain nunca se chegou a tornar uma grande estrela nem atriz. Apesar de tudo, entrou em bons filmes.

Recomendo: Leave her to Heaven (John M. Stahl, 1945), Pinky (Elia Kazan, 1949), A letter for three Wives (Joseph L. Mankiewicz, 1949).

 

28º RAQUEL WELCH

 

Sensual, Raquel Welch será sempre recordada como tendo vestido um biquini verde.

 

27º “TIPPI” HEDREN

 

A carreira de “Tippi” Hedren basicamente resume-se a The Birds (Alfred Hitchcock, 1963) e Marnie (Alfred Hitchcock, 1964). Mas são logo dois filmes bastante bons. E a sua interpretação, para quem não era atriz até fazer The Birds, é bastante profissional.

Recomendo: The Birds, Marnie

 

26º GINGER ROGERS

 

Bela mas não espetacular, Ginger Rogers ficou mais conhecida como a parceira de dança de Fred Astaire (uma das menos boas que ele teve). Conseguiu provar a sua capacidade dramática com Kitty Foyle (Sam Wood, 1940), ganhando o óscar de melhor atriz. Uma estrela completa: bonita, talentosa e versátil.

Recomendo: Top Hat (Mark Sandwich, 1935), Swing Time (George Stevens, 1936), Stage Door (Gregory La Cava, 1937)

 

25º VIVIEN LEIGH

 

 

Bastava ter feito Gone With The Wind (Victor Fleming, 1939) para ter um lugar assegurado no cinema. No entanto, fez outros bons filmes, revelando o seu talento, como na obra-prima A streetcar named desire (Elia Kazan, 1951).

 

Recomendo: Gone With The Wind,  The Waterloo Bridge (Melvyn LeRoy, 1940), A Streetcar Named Desire 

 

24º JOAN FONTAINE

 

Frágil, bela, delicada mas algo apagada. Joan Fontaine desempenhou quase sempre o mesmo papel: mulher assustada e tímida. Rebecca (Hitchcock, 1940), Suspicion (Hitchcock, 1941) ou The Constant Nymph (Edmund Golding, 1943) são dos seus melhores filmes e, de facto, esse papel de mulher frágil que neles tão bem representou (foi nomeada para o óscar de melhor atriz pelos 3 filmes, ganhando com Suspicion). Convém dizer que a atriz chegou a fazer papel de má com bastante competência, nos medíocres Ivy (Sam Wood, 1947) e Born to be Bad (Nicholas Ray, 1950). Acontece que nestes filmes, ela dá vida a uma mulher má a passar por boa. Deste modo, não há grande diferença entre estes papéis e os anteriores.

Recomendo: Rebecca, Suspicion, The Constant Nymph, Letter from unknown woman (Ma Ophuls 1948)

 

23º OLIVIA DE HAVILLAND

 

Não há grande diferença ao nível de beleza entre Olivia de Havilland e Joan Fontaine. São irmãs e possuem o mesmo tipo de beleza: doce, angelical. Nenhuma é um espanto mas são delicadas. Acontece que Olivia, além de bastante melhor atriz, é algo mais bonita, ao ser menos apagada. Possui uma carreira invejável, tendo ganhado dois óscares de melhor atriz.

Recomendo: Captain Blood (Michael Curtiz, 1935), The Adventures of Robin Hood (idem, 1938), Gone With the Wind, Hold Back the Dawn (Mitchell Leisson, 1941), To Each His Own (Mitchell Leisson, 1946), The Snake Pit (Anatole Litvak, 1947), The Heiress (William Wyler, 1949).

 

22º CONSTANCE BENNET

 

Bonita e sofisticada, Constance foi uma grande vedeta do cinema nos anos 20 e início dos anos 30. Hoje não é muito lembrada,  o que é uma pena. É irmã da mais famosa Joan Bennet.

Recomendo: What Price Hollywood? (George Cukor, 1932), Topper (Norman Z. McLoad, 1937)

21º ELIzABETH TAYLOR

 

 

Certo, não colocar Taylor n top 10 é de alguém que tem um gosto muito duvidoso. Nã me interpretem mal. Taylor é linda. Mas, na minha humilde opinião,existem belezas, ainda que não tão exóticas, são mais do meu agrado. Liz tem  o problema de ter  o rosto demasiado oval. E raramente gosto do penteado dela. Como atriz, é uma das melhores e, numa lista de talentos, é muito provável que fosse colocada no  top 10.

Recomendo: The Father of the Bride (Vincent Minnelli, 1950),  Cat on a Hot Tin Roof (Richard Brooks, 1958), Suddenly Last Summer (Joseph L. Mankiewicz, 1959), Who’s Afraid of Virginia Wolf? (Mike Nichlods, 1966)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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