As 50 mais belas estrelas do Hollywood Clássico (de 50º a 41º lugar)

 

48º LORETTA YOUNG

 

 

É terrível mas eu nunca vi nenhum filme da doce Loretta. Mulher de imensos olhos azuis, foi verdadeira estrela nos anos 30 e 40. Dis-se que a sua filha é resultado da relação ilegitima entre Loretta e Clark Gable. Loretta, mulher religiosa, era contra o aborto. Para ter a criança sem provocar escândalo, fingiu tê-la adoptado.  Não sei se Gable chegou a saber que a criança era sua filha. Creio que sim mas não conheço muito bem esta história.

 

 


47º GINA LOLLOBRIGIDA

 

Sei muito pouco ou nada desta bela atriz. Tem a mesma beleza mediterrânea que a Sophia Loren.

 

46º VERONICA LAKE

 

Talvez ao pé de Rita Hayworth, a atriz com cabelo mais emblemático da era clássica do cinema. Verónica não foi das melhores atrizes, além de que teve uma carreira bem curta. Porém, pautada pela qualidade no que toca ao noir. Com Alan Ladd encabeçou três filmes policias, This Gun for Hire (1942),The Glass Key (1942) e The Blue Dahlia (1946), os tornando-se uma das duplas mais famosas  do cinema: os dois eram loira e baixinhos.

Apesar de ser rainha do noir, Veronica conheceu  o seu melhor filme e desempenho em Sullivan’d Travel (1941), um verdadeiro clássico. Outro filme que merece destaque é I married a Witch (1942).

Conhecida pela sua seda cabeleira loira que encobria um dos seus olhos, Veronica foi imensamente imitada pelas suas fãs na altura da 2ª Guerra Mundial. Nesta altura, as mulheres trabalhavam na esfera pública, muitas vezes em maquinaria. Cm era perigo desempenhar tais tarefas com uma franja a encobrir  os olhos, Veronica teve de lançar nova moda na esperança de que as suas imitadoras também alterassem, assim, os seus penteado. Isto foi  o que arruinou a carreira da atriz. Apagando a sua imagem de marca, a loira nunca mais conhecera  o mesmo sucesso.

Recomendo: This Gun for Hire, Sullivan’d Travel e I married a Witch

 

45º JANE RUSSELL

 

 

Eu sou fã de Jane Russell. Esta subestimada atriz tinha um talento considerável para a comédia e, junto de Robert Mitchum, deu vida a uma das duplas mais famosas d cinema. Os dis eram ótimos a fazerem papéis de cínicos simpáticos.  O seu filme mais famoso é  o clássico Gentlemen Prefer Blondes (Hward Hawks, 1953), onde interpreta a amiga morena de Marilyn Monroe. Alguém pode nã acreditar antes de ver esse divertido filme, mas Jane quase rouba o musical a Marilyn (há momentos em que consegue causar maior atenção que a loira).

Tirando Blondes, Jane não tem nada de memorável na sua carreira. Ainda assim, merece destaque  o ridículo mas fascinante western The Outlaw (Howard Hudges, 1943), o filme que a catapultou para o estrelato pela simples razão de todo ele estar ao serviço ds seus seios. The Outlaw é o filme mais famoso da história d cinema no que tua à censura. Demorou quase uma década para ser exibido devido ao destaque que dava aos avantajados seis da atriz.

Destaco ainda His Kind of Woman (John Farrow e Richard Fleisher, 1951), com Robert Mitchum e o divertid mas não mais que isso Gentlemen Marry Brunettes (Robert Farnon 1955).

Recomendo: The Outlaw, His Kind of Woman, Gentlemen Prefer Blondes e Gentlemen Marry Brunettes

44º DEBORAH KERR

 

Ai, a sofisticada, tranquila, doce e elegante Deborah Kerr. Como é que uma mulher que encarnou grandes damas conseguia imprimir uma doçura e vulnerabilidade que a tornava tão próxima? Deborah foi das melhores atrizes dramáticas de Hollywood. Eu duvido que ela tenha entrado em algum filme que não fosse bom.

Não tem uma beleza sublime e nem a considero muito fotogénica. Porém, tem um encanto que vai para além do físico.

Recomendo: Black Narcissus (Michael Powell e Emetic Pressburger, 1947) Tea and Sympathy (Vincent Minnelli, 1956), From Here to Eternity (Fred Zinnemann, 1953) Separate Tables (Delbert Mann, 1958), The Innocents (Jack Clayton, 1961)

 

43º LINDA DARNELL

 

 

Bonita e doce, é assim que penso em Linda Darnell. Nunca se chegou a tornar uma grande estrela, mas entrou em dois muito bons films: My Darling Clementine (John Ford, 1946) e A Letter to Three Wives (Joseph L. Mankiewicz, 1949).

Recomendo: My Darling Clementine e Letter for Three Wives

42º JEAN ARTURH

 

 

Eu confesso. Eu não gosto da Jean Arthur. É boa atriz, ainda que não seja soberba, mas não tem encanto. Entrou em bons filmes, principalmente sob a direcção de Frank Capra, que dizia ser ela a sua atriz favorita. A razão por eu não estar dela deve-se à maneira com tratou a belíssima e maravilhosa Rita Hayworth nas filmagens de Only Angels have Wings (Howard Hawks, 1939). Jean era fria e distante para com Rita, provavelmente por ter inveja da sua beleza. Felizmente que as duas acabaram por se entender. A Rita era pacifista. Se fosse Bette Davis, Jean teria ouvido um raspanete no mínimo.

Recomendo: You Can’t Take It with You (Frank Capra, 1938), Mr. Smith Goes To Washington (Frank Capra, 1939), Only Angels Have Wings

 

41º MYRNA LOY

 

Myrna Loy começou no cinema mudo como vamp. Com o cinema sonoro, tornou-se o arquétipo de esposa ideal. De uma forma ou de outra, é uma estrela do cinema clássico.

Recomendo: The Thin Man (W S Van Dike, 1934) After the Thin Man (W S Van Dike, 1936), Libeled Lady (Jack Conway, 1936), The Best Years of Our Lives (William Wyler, 1945), The Bachelor and the Boddy-Soer (Irving Reis, 1947)

Renda Fleming

 

Claire

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