As 50 mais belas estrelas do Hollywood Clássico (de 20º a 11º lugar)

20º KIM NOVAK

Ela seduziu-me em Vertigo (Alfred Hitchcock, 1958) mas, nos filmes Bell, Book and Candle (Richard Quine, 1958) e Pal Joey (George Sidney, 1957), Kim mostra-se ainda mais deslumbrante. Misteriosa e fria, Kim tem ainda uma vulnerabilidade irresistível. Pode não ter chegado a ser tão famosa quanto Marilyn, a sua rival como a Columbia a queria fazer vender, mas criou um estilo próprio, muito apreciado por mim.

Recomendo: Pushover (Richard Quine, 1954), Picnic (Joshua Lugan, 1955), Pal Joey, Vertigo, Bell, Book and Candle, Kiss me, Stupid (Billy Wilder, 1964)

 

19º NATALIE WOOD

 

 

Bonita, delicada, ótima atri e com uma carreira invejável. Natalie começou no cinema enquanto criança, conseguindo, já desde a infância, participar em filmes de qualidade, aguardando uma carreira cheia de desempenhos fabulosos.

Recomendo: Rebel without a Case (Nichola Ray, 1955), Splendor in the Grass (Elia Kazan 1961), West Side Story (Jerome Robins e Robert Wise, 1961)

18º MAUREEN O’ HARA

 

 

Demorei bastante tempo para ver os filmes de Maureen O’ Hara. Não me cativava. Hoje não consigo perceber por que não era fascinado por esta ruiva vistosa e imponente. Mesmo vendo The Quiet Man (John Ford, 1952), o seu melhor filme, não fiquei fascinado por ela. Foi preciso vê-la no seu habitat natural (filmes de capa e espada em technicolor) para me deslumbrar por ela. The Black Swan (Henry King, 1942), Against All Flags (George Sherman e Frederik de Cordova) são filmes que a mostram deslumbrante. Maureen, considerada “Queen of Technicolor”, combinava muito bem com filmes coloridos e de aventuras. Mais que isso, foi a parceira de John Wayne nas telas em faroestes dirigidos pelo formidável John Ford. A irlandesa que fazia de ruiva tempestiva é uma figura alegre e exuberante do cinema clássico.

Recomendo: How Green Was My Valley (John Ford, 1941) The Black Swan, The Quiet Man

 

17º ARLENE DAHL

Arlene é bonita. Delicada, imponente. Foi um sucesso durante os anos 50 mas hoje é pouco lembrada. Parece-me snob, não é boa atriz e não tem magnetismo. Mas é bonita. Conhecida pelo seu cabelo flamejante, entrou em filmes de aventuras coloridos mas sem grande interesse. Apesar de tudo, a sua carreira até tem alguns títulos interessantes. Independentemente dos seus filmes, Arlene deveria ser mais lembrada pela sua beleza.

Recomendo: Three Little Words (George Wells, 1950), Slightly Scarlet (Allan Dawn, 1956), Journey to the center of the Earth (Henry Levin, 1959)

 

16º GENE TIERNEY

Considerada pelo diretor da 20th Century Fox, Zanuck, como a mulher mais bela do cinema, Gene Tierney tornou-se uma lenda do cinema com Laura (Otto Preminger, 1944), filme que lhe é mais associado. A sua beleza exótica permitiu-lhe fazer papéis igualmente exóticos do ponto de vista racial.

Recomendo: Laura, Leave her to Heaven, The Razor’s Edge (Edmund Goulding, 1946), The Gosht and Mrs. Muir (Joseph L. Mankiewicz, 1947)

 

15º DIANA DORS

 

Considerada a Marilyn Britânica, Diana foi um fenómeno na Inglaterra. Bonita ela é mas tem um estilo um pouco ordinário.

 

14º CAROLE LOMBARD

 

 

Bonita, divertida, simpática e glamorosa, Carole foi a rainha das comédias nos anosos 30.

 

13º GRETA GARBO

Greta Garbo é a diva do cinema. Uma mulher misteriosa e distante que encanta pelo seu semblante frio. Greta tem traços delicados, voz profunda e um talento para expressar tudo o que sente ou finge sentir com o olhar. Ainda que não seja uma atriz de palavras formidável, Greta desenvolveu um talento dramático considerável.

Recomendo: Flame and the Devil (Clarence Brown 1926), Queen Christina (Rouben Mamoulian, 1933), Anne Karanina (Clarence Brown, 1935), Camille (George Cukor, 1936), Ninotchka (Ernest Lubitch, 1939)

 

12º INGRID BERGMAN

 

Dotada, pelo menos aparentemente, de uma serenidade deslumbrante, Ingrid Bergman foi a protagonista do grande clássico Casablanca (Michael Curti 1942). Ela não esperava que as pessoas a fossem recordar essencialmente por esse papel.

Recomendo: Casablanca, Gaslight (George Cukor, 1944), Notorious (Alfred Hitchcock, 1946), Anastasia (1957)

 

 

11º

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